Subversa

“Discoteca Selvagem”, de Cecília Pavón | por Lucas Grosso


Tom Patti, 1991.

“Discoteca Selvagem”, Cecília Pavón. Tradução de Clarisse Lyra e Mariana Ruggieri. Edições Jabuticaba, 2019.

Livro de poesias de uma das principais autoras argentinas contemporâneas. O livro é uma série de cenas e evocações de cenas banais e prosaicas da vida cotidiana que, organizadas por uma lírica de bastante influência oral, tornam-se verdadeiros hinos sobre aa contemporaneidade. Em outras palavras, Cecilia parece estar nos contando histórias da sua vida, mas não como um narrador homérico, e sim como alguém que conversa no botequim. Por isso, é um livro tão marcante: sua poesia é a epopeia dos símbolos gastos pela globalização e indústria cultural. Ao mesmo tempo, é a invenção de novos ícones e símbolos contemporâneos.


LUCAS GROSSO | mestre em Letras. Estudou Milton Hatoum na graduação e Milan Kundera no mestrado. É professor de inglês na prefeitura de São Paulo. Lançou “Nada”, pela Editora Patuá, é colunista da Subversa e escreve no blog www.lucasgrosso.blogspot.com.

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