Subversa

Editorial Vol. 13 | n.º 05 | dezembro de 2020


“Vou procurá-la a vida inteira
no mundo todo.
Se tarda o encontro,
não desanimo,
procuro sempre.

Procuro sempre, e minha procura
ficará sendo
minha palavra”

Carlos Drummond de Andrade

*

No último número do ano, resta lembrar que a Subversa permanece como ambiente aberto à recepção dessa estrangeira constante que é a literatura.

Com o mundo material em ruínas, o texto não ficou impedido de chegar de onde quer que a fricção entre sonho e realidade possa existir. Em 2020, talvez tenha sido tanto mais difícil sonhar quanto ficar acordado. Muitos textos chegaram como quem acorda de um pesadelo, outros como quem dormiu por nove meses esperando o renascimento ao abrir os olhos, outros com vigília total para a escassez dos encontros.

A revista chega em 2021 como quem abre portas que se pretendem mais amplas, arejadas e com paredes fortes o suficiente para receber a quantidade necessária de beleza, ou mesmo choque, ou mesmo caos, ou mesmo algo que ainda nem sabemos o que é.

A esperança se renova um pouco: ter um espaço é diferente de ser um espaço.

Obrigada a todos que leram, escreveram ou apenas nos deixaram, também, entrar.

As editoras,

Tânia Ardito
Fabíola Weykamp
Morgana Rech


Clique nos textos para ler:

(Sem título) | André Siqueira

Pulsante | Ana Priscila Correia Luz

Monotrópico | Júlio Valentim Barbosa Neto

Deep fake | Anderson S. Freixo

Cidade Ruína | Carlos Silva

A avó | Daniela Rezende

essas balas | Gringo Carioca

Grãos do embotamento | Lorraine Ramos Assis

Resistência | Maria Cristina Martins

Canção de Lenine | Otto Vasco

Pegada… | Maria Martins Torres

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