Subversa

Editorial Vol. 13 | n.º 04 | novembro de 2020


Às vezes, imaginamos a quantidade de sotaques que compõem a Subversa nesses textos escritos por tantas pessoas de tantos lugares diferentes e com tantos tons distintos que vão dando volume para o que aqui vai sendo escrito. Se som possuísse, a Subversa seria uma rádio nacional.

O som que o texto possui é interno a ele mesmo, e a voz que chega ao leitor é plástica e particular. O verso tem a vantagem de permitir ser lido em voz fina e aguda hoje, oca e áspera amanhã, grave e densa ontem. Ler é escrever por dentro, em silêncio extremamente alto, a ponto de se transformar em canção íntima, gravada pelo coração.

O pássaro de Genaro de Carvalho que impina seu bico para cima da capa deste número possui suas raízes num terreno que já nem conseguimos ver, tamanha e tão extensa a estrada já percorrida ou os ventos já voados por essa revista que, esperamos nós, continue cantando aos ouvidos do leitor.

Desejamos a todos uma boa leitura.

As editoras,

Tânia Ardito
Fabíola Weykamp
Morgana Rech


Clique nos textos para ler:

Esvazie-me | Bárbara Frátis

o dia que acabou de ser sol e já caminha largo | Deanna Ribeiro

Alquimia | Eliana Machado

Observar | Maria Martins Torres

“Minha alma no reflexo do espelho” e “Aviário” | Eber S. Chaves

Saudade tem cor de sol da tarde | Íris Ladislau

Crónica de Santa Teresa | Teresa Melo

Heterotopia | Maria Cristina Martins

Odiáveis Amáveis | Vinícius Vianna


Capa: Reprodução de Genaro de Carvalho

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