Subversa

Editorial Vol. 13 | n.º 02 | setembro de 2020


Continua-se escrevendo enquanto há palavras a dizer, ou a confessar, ou a repetir, ou a cortar, de fora ou de dentro. A literatura chega sempre no ouvido ou nos punhos de quem ainda não se conformou com a gramática do mundo, de quem pratica a formatação sintática das sensações e dos acontecimentos. Para escrever não basta desabafar; para contar uma história não basta tê-la em mãos; para afetar o outro não basta uma boa intenção.
Um mundo sem a mudança permanente realizada pela arte é um mundo ilegível. A arte nos aglomera entre uma emoção e outra, entre uma oportunidade e outra de confirmar que há vida quando há arte, e de que há arte quando nada mais permanece igual depois de vividas as leituras, de escritas as telas, ou de compartilhados os gestos.
Depois de furadas as paredes do tempo, a obra se realiza por quem observá-la dentro e fora de si. A linha cronológica do desejo nunca confunde o leitor.

Desejamos a todos uma boa leitura,

As editoras

Tânia Ardito
Fabíola Weykmap
Morgana Rech


Clique nos textos para ler:

Espaço | Laura Elizia

Um mar de possibilidades para um náufrago | Breno S. Amorim

EXEGESE DA LETRA A | Henrique Grimaldi Figueredo

Lobo de mim | Flávio Sanso

Pássaro de fragata | Eber S. Chaves

Premonição | Ana Araújo

Presença | Davi Da Motta

Irredimíveis eternidades | Raphaela Viana

Trilhos | Giovana Proença

O Cardómetro | Norberto do Vale Cardoso


Capa: reprodução de Doris Homann

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