Subversa

Editorial Vol. 12 | n.º 01 | janeiro de 2020


“A tarefa atual da arte é introduzir o caos na ordem”

Theodor Adorno, Minima Moralia

 

Chegamos ao nosso volume doze. Doze como uma dama no baralho de cartas. Como a base do calendário babilônico. Como o número que marca o meio-dia, como os signos do zodíaco. Os apóstolos de Jesus. Volume doze como a sequência dos meses do ano. Como o ano em que o mundo tantas vezes ameaçou acabar. Doze, número ordenadíssimo. Confortável. Nada melhor que doze horas de sono para quem muito se cansou do caos do mundo.

Doze a ponto de virar tudo ao contrário com um só golpe. Tão bem está este volume doze que a nós só resta bagunçar você. Vem o verso e desorganiza os dozes do mundo, as doses do mundo de cada um. A literatura não tem apenas uma medida. Vem do caos e ao caos garante o retorno. Caoticamente continuamos publicando o texto literário, no ritmo dessa revista cabalística que vai vivendo como uma estranha no ninho.

Desejamos a todos uma boa leitura.

As editoras.


Clique nos textos para ler:

martelando | Eduard Traste

o canto noctilucente do pássaro notívago | Edwardo Silva

Error | Bianca Camargo de Lima

Êxodo de mim | Estevão Barbosa

Ao lado | João Henrique Balbinot

composição n.3 | João Vitor Haeberle Jaeger

Amazônia é fogo que arde sem se ver | Júlio Valentim Barbosa Neto

Senhor descrente | Lyra Vetiver

Gatilho | Michaela V. Schmaedel

nessa terra não há diplomacia | Raí Prado Morgado

 

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